9 perguntas para te ajudar a se livrar de coisas que você não precisa

10.1.18
  Eis que chega o dia em que você se olha no espelho e decide que se tornará uma pessoa minimalista, afinal de conta, por que não se aventurar nesse estilo de vida que só tem coisas boas a te trazer? Porém é somente na hora de por em prática que a gente percebe o quão difícil é adotar este estilo de vida, e então começamos a questionar nossa capacidade de persistência e o nosso verdadeiro propósito com tudo isso.  É, eu sei como é isto, pois é justamente por esta fase que eu estou passando.

 Eu tenho lido bastante sobre o assunto, e parece que em todos os lugares, a primeira dica que todo mundo nos da é: livre-se daquilo que você não precisa. Na teoria parece até fácil, não é? A gente logo pensa naquela camiseta que está guardada no fundo da gaveta há bastante tempo, ou então naquela calça que a gente ganhou de presente e nunca usou porque achou horrível. Mas vocês já pararam para realmente se livrar dessas coisas? Garanto para vocês que é uma missão bem mais difícil do que parece.

 Foi justamente em uma situação como essa que eu percebi que o verdadeiro desafio não está em se livrar de coisas inúteis para você, mas sim em perceber que elas são inúteis para você. É por isso que eu acredito que o primeiro passo a ser seguido não é se livrar de tudo aquilo que você não precisa, mas sim identificar tudo aquilo que você não precisa. E para a gente conseguir iniciar esse processo de identificação é necessário que sejam feitos alguns questionamentos pessoais para nos ajudar no processo, e foi pensando nisso que eu cheguei a 9 Perguntas para te ajudar a se livrar de coisas que você não precisa. Ah, e fica aqui comigo até o final porque ainda tem uma checklist gratuita para você colocar em prática tudo que aprender neste post.

Quais os benefícios que isto me traz?
 Esta é uma pergunta primordial e que deve ser feita para qualquer coisa que você possui. Tudo o que a gente compra nos traz ou pelo menos deveria trazer algum benefício, então é sempre importante a gente identifica-lo de preferência antes de realizar a compra. Uma blusa de frio, por exemplo, te beneficia ao manter-lhe quente em dias frios, assim como a sua carteira te beneficia pela capacidade de manter todos os seus documentos em um único lugar. 

 Sabendo disso, olhe para a coisa que você tem em mãos agora e se pergunte: quais os benefícios que isto me traz? Se você não consegue encontrar as respostas, então está na hora de se desfazer disto, afinal de contas, por que você ocupa espaço com algo que não lhe traz qualquer benefício? Mas agora, supondo que você encontrou algumas respostas, questione-se se elas são realmente válidas ou se você está tentando se convencer de que são só para não se desfazer disto.

O quanto eu usei isto no último ano?
 Supondo que você identificou quais benefícios isto te traz, está na hora de se questionar o quanto eu usei isto no último ano. Se isto ficou o último ano, ou os últimos meses, parado em sua estante ou guardado em seu guarda-roupa, questione-se por que isto aconteceu. Por que você deixaria de usar algo que pode lhe trazer benefícios e pelo qual você pagou? As respostas para essa pergunta podem ser inúmeras, já que pode existir muitos motivos, como por exemplo medo do que as outras pessoas iriam pensar, mas neste caso você não concorda comigo que é melhor se desfazer disto ou então começar a dar menos importância para o que as pessoas podem ou não achar? Fica ai o questionamento.

Eu compraria isto hoje? 
 Agora imagine que você esteja passando pela mesma loja onde comprou isto e pergunte-se: eu compraria isto hoje? Muitas vezes compramos coisas por impulso ou porque simplesmente estão na moda, e é através de questionamentos como estes que percebemos isto, pois você dificilmente compraria esta coisa hoje se tivesse a oportunidade. 

 Vamos pensar em nossas roupas. Uma das YouTubers que eu mais admiro, a Nátaly Neri do Afros e Afins fez um vídeo sensacional sobre Moda consciente, e nele ela fala bastante de como as nossas roupas falam muito sobre quem somos e sobre o que queremos dizer para o mundo, e referindo-se a isto ela faz a seguinte citação: se essa é a sua história porque ela vai mudar na próxima estação? Então a minha pergunta é: se as roupas que você veste representam a pessoa que você é, por que você não compraria mais esta peça nos dias de hoje? Será que é porque você mudou tanto durante este período? Ou será que é porque você não está comprando peças com as quais se identifica, mas sim peças fabricadas e divulgadas de maneira à te faz acreditar que é o necessário para te deixar bonitx? Pare por alguns minutos e reflita sobre isto.

Eu já possuo itens semelhantes?
 Essa é uma pergunta que deve ser sempre feita antes de comprarmos qualquer coisa ou então quando quisermos nos livrar de algo. Hoje sabemos que o consumismo passou a ser um estilo de vida para a realidade de muitas pessoas, principalmente para nós da cidade grande que estamos a todo momento em contato com mais e mais publicidade, e por isto acabamos desenvolvendo o costume de comprar coisas que nós já possuímos mas que as estratégias de marketing nos convence de que precisamos. 

 Vamos fazer um exercício? Abra agora o seu guarda-roupa e procure por aquela blusinha/camiseta mais básica que você tem. Que cor ela é? Branca? OK, agora olhe para o seu guarda-roupa novamente e procure por todas as outras peças que sejam exatamente do mesmo estilo. O que muda em todas elas? A cor? Um simples detalhe? Você consegue entender que você não precisa de todas essas peças? 

 Hoje se tornou algo muito comum para a maioria das pessoas comprar peças de R$19,99 só porque elas custam R$19,99, e não porque elas realmente são necessárias. Ah, eu já tenho uma dessas em casa, mas é de outra cor. Se eu comprar essa aqui eu posso usar com aquele shorts que está guardado e com aquele... Consegue perceber o quanto isto acaba se tornando um ciclo vicioso? E no final das contas você acaba ocupando todo o seu espaço com roupas muito semelhantes, e eu aposto que você não usa todas elas.

Eu realmente pretendo utilizar isto algum dia?
 Esta é uma pergunta que só pode te ajudar se você for completamente sincerx consigo mesmo. Eu entendo que você pode ter alguma coisa que lhe traz um benefício e que não seja semelhante a nada que você já possua, mas então está na hora de se perguntar se você realmente pretende utilizar isto algum dia, afinal de contas, para que guardar algo que pode nunca lhe ser útil? 

 Isto acontece muito com coisas que compramos para ocasiões específicas, como por exemplo um vestido de madrinha de casamento, que provavelmente você só utilizou uma vez em toda a sua vida e não pretende mais utilizar. Será que não é melhor se desfazer disto?

O que seria da minha vida sem isto?
 Aqui está a melhor pergunta que você poderia se fazer para te ajudar a se livrar de coisas que você não precisa: o que seria da minha vida sem isto? Se você já está considerando se desfazer disto, então é porque provavelmente a sua vida sem isto não seria tão ou nada diferente do que é agora, e eu acredito que isto já seja um ótimo motivo para você dar adeus a esta coisa e passa-la adiante. 

Eu estou guardando isto por valores sentimentais? 
 Esta é uma das perguntas mas fáceis de se responder, porém é justamente aqui que mora o perigo. Muitas vezes não queremos nos desfazer de algumas coisas porque elas acabam tendo um valor sentimental para nós, e eu compreendo isto. Entretanto, acredito que há um diferença entre valor sentimental e recordação. 

 Na minha percepção, algo com um valor sentimental é algo que te toca de uma maneira muito forte, como por exemplo quando guardamos algo de alguém que era muito importante para nós e que infelizmente não faz mas parte de nossas vidas. Nestas situações eu entendo que aquela coisa pode significar muito para você, e por isto não lhe julgo por se deixar levar por estas emoções.

 Já algo com valores sentimentais totalmente relacionados a recordações, eu acredito que possam sim sair da sua vida. Eu não sei da onde veio isto, mas parece que fomos ensinados a acreditar que algumas memórias precisam de algo físico para serem recordadas. Ah, eu guardo esta camiseta porque ela me lembra do dia em que eu conheci a minha namorada. Vamos fazer outro exercício agora? Deixe todo o seu lado emocional desligado por alguns segundos e pergunte-se se você realmente precisa disto para lembrar de algo. Se você souber responder esta pergunta racionalmente, provavelmente a resposta será que não, você não precisa. Então por que continuar guardando isto? 

 Toda vez que eu me vejo em conflito para me livrar de algo com um valor sentimental eu tento pensar em quantas experiências boas outras pessoas também podem ter com esta coisa, e isto acaba me ajudando bastante no processo. Então uma dica que eu dou para estes casos é: seja mais empático.

 O espaço que isto ocupa poderia estar sendo ocupado por algo mais importante?
 Aqui está outra reflexão muito importante. Eu sei que esta pergunta pode não fazer sentido para todo mundo, afinal de contas, têm pessoas que não precisam se preocupar com espaço para guardar suas coisas. Mas será que ainda assim, não é importante parar para pensar o quanto o espaço que isto ocupa poderia estar sendo ocupado por algo mais importante e que lhe traria mais benefícios? 

 Aqui eu tenho um exemplo próprio para compartilhar com vocês. Minha gaveta de calças está completamente cheia (bem daquele jeito que para ser fechada é preciso apertar tudo), e o que me deixa mais incomodado é que algumas das calças que estão lá eu não uso há bastante tempo, e também não tenho a menor pretensão de usar. Então por que eu não me desfaço dessas peças? Além de melhorar o estado da gaveta, também abrirá espaço para outras calças, que eu posso comprar quando sentir que realmente estou precisando. Vê como se livrar de coisas que você não precisa pode ser bem mais útil do que parece? 

Eu ainda preciso disto? 
 Provavelmente você está se perguntando porque esta pergunta é a última da lista e não a primeira. Bom, eu vejo essa pergunta como a última esperança e chance para que você seja sincero consigo mesmo. Se depois de todas essas perguntas aqui em cima você ainda não se convenceu a se livrar desta coisa, então aqui está a última que deve ser feita e respondida com total sinceridade: eu ainda preciso disto? 

 Muitas vezes adquirimos coisas que nos são úteis por um determinado tempo, e após este tempo elas passam a não ter tanta utilidade para nós. Sendo assim, é este o momento em que você deve parar e perceber que está na hora de passar esta coisa adiante, de compartilhar com outras pessoas para que elas também tenham boas experiências com isto. Talvez a chave da felicidade não seja o ter, mas sim o compartilhar.

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  Bom, depois de ler essa lista enorme eu sei que você provavelmente está pensando o quanto é inviável fazer todos esses questionamentos para todas as coisas que você possui. Foi justamente por saber disto que eu desenvolvi uma ferramente rápida e prática para te ajudar a fazer esses questionamentos de uma forma mais dinâmica e ágil, uma Checklist do desapego. 

 Para receber a Checklist do Desapego em seu e-mail e começar a colocar tudo isto em prática basta preencher o formulário abaixo. Após clicar em enviar você receberá em seu e-mail a Checklist.

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Conheça os principais motivos pelos quais seus posts não fazem sucesso

7.1.18
 Nos últimos tempos eu venho estudado bastante sobre estratégias que podem me ajudar a fazer com que o Mundo Invertido cresça e conquiste um público fiel e para o qual eu tenha prazer em escrever. Sendo assim, eu não só passei a dar mais importância ao visual do blog como também para o conteúdo, que ao meu ver é o principal de qualquer blog, pois é isto que o diferencia dos demais.

 Nesses meus estudos, eu tive o prazer de conhecer diversos blogs que são exemplos reais de como um blog pode alavancar se você se dedicar e souber fazer as coisas da maneira certa, sempre respeitando o seu público e assumindo esta tarefa como algo sério. É claro que o seu blog pode ser só um hobbie para você, mas caso esteja disposto a conquistar algo a mais com ele, é necessário muita dedicação e estudo da sua parte, pois em tempos onde o universo digital é tão concorrido como atualmente, fica difícil você produzir um conteúdo que se destaque em meio aos demais.

 Em meio à uma infinidade de conteúdos incríveis que eu encontrei pela internet nas últimas semanas, eu também encontrei conteúdos que não possuem nada de interessante para mim, apenas mais de tudo aquilo que já estamos exaustos de consumir neste universo digital. Entretanto, o que realmente me chamou à atenção foram os posts muito bem escritos e com conteúdo bastante pertinente que infelizmente não obtiveram o retorno que merecem. Foi a partir daí que eu passei a me perguntar por que posts tão incríveis não recebem sequer metade do retorno que alguns posts inferiores recebem? E foi só quando eu parei para analisar todo o processo criativo por trás desses posts que eu consegui entender o que os levaram ao fracasso. Sendo assim, conheça os principais motivos pelos quais seus posts não fazem sucesso.


Você não utiliza as imagens certas
 A primeira coisa que você precisa ter clara em sua mente é que um post sem imagens dificilmente terá o retorno esperado, pois ele acaba se tornando algo massante e muito exaustivo de se ler. Entretanto, não basta colocar qualquer imagem em meio ao seu texto, é necessário selecioná-las com cuidado, sempre pensando qual imagem melhor representa tudo aquilo que está escrito.

 Sabendo disto, duas coisas muito importantes precisam ser levadas em consideração, sendo a primeira delas a preferências por imagens autorais. Eu compreendo que nem todo blogueiro possui uma câmera de qualidade ou o melhor olhar fotográfico para fazer o tipo de foto do qual necessita, porém vale a pena investir nestes aspectos, pois cada vez mais os leitores procuram por conteúdo onde eles consigam enxergar a essência do blogueiro, e o fato de as postagens possuírem fotografias autorais conta muito para o aumento de sua credibilidade. 

 A segunda coisa também muito importante que precisa ser levada em consideração é a não utilização de fotos encontradas em qualquer lugar da internet. Utilizar fotografias alheias sem a autorização do fotógrafo não é permitido, uma vez que existem os direitos autorais daquela imagem. Sendo assim, é muito importante que você pare de utilizar imagens encontradas no Google Imagens ou sites não confiáveis. Uma alternativa para quem não produz as próprias imagens é a utilização de Bancos de Imagens, dos quais eu já falei aqui no blog neste post aqui.

Você não planeja o seu post para que ele faça sucesso
 Um bom planejamento para o seu post é algo essencial, e eu sei que pode parecer algo bastante óbvio, mas ainda existem muitos blogueiros que não têm o hábito de planejar o conteúdo que irão publicar em seus blogs. E quer saber de uma coisa? Eu não condeno nenhum deles, afinal de contas, até pouco tempo atrás eu tinha este mesmo hábito, eu simplesmente abria meu notebook quando dava vontade, escrevia aquilo que me vinha na cabeça naquele exato momento, e logo publicava. Hoje eu sei que fazer isto seria uma falta de responsabilidade e respeito com os meus leitores, afinal de contas, ninguém gosta de ler um texto sem nexo, confuso ou em então cheio de erros ortográficos. 

 Esta é outra coisa da qual devemos falar quando pensamos no processo de planejamento de um blog, a revisão. Sim, eu sei que isto é algo muito chato de se fazer, mas eu garanto que é extremamente necessário. Antigamente eu também não tinha o hábito de revisar os textos antes de publicá-los, e é por isto que há algumas semanas atrás, quando eu fui ler alguns posts mais antigos do blog, eu fiquei morrendo de vergonha ao ver erros ortográficos absurdamente ridículos. E sabem qual foi a primeira coisa que eu pensei? Imagina o que o meu leitor deve ter pensado de mim ao se deparar com um erro destes. E como eu tenho certeza de que nenhum de vocês quer passar por esta mesma situação, a minha grande dica é: revise o texto antes de publicá-lo, sempre. 

 E outro aspecto importantíssimo que deve ser sempre levado em conta quando planejamos um post, é garantir que as palavras-chaves do post estejam dentro do post. Eu sei que pode parecer redundante, mas muitas pessoas tem o costume de colocar as palavras-chaves somente no campo dos marcadores, e isto não garante o resultado que você deseja. Portanto, se o seu post tem como tema uma alimentação vegetariana, garanta que estas palavras também estejam dentro do texto, e não somente nos marcadores. Este post, post exemplo, tem como palavras-chave Blogosfera, Dicas, Dicas para blogueiros, Planejamento para blogueiros e Posts de sucesso, e só o fato de eu ter acabado de citá-las aqui dentro do post já ajuda para que ferramentas de pesquisa como o Google encontrem relevância no meu post, afinal de contas, ninguém gosta de abrir um post cujo título não tem nada a ver com aquilo que você esperava encontrar no texto

Você não divulga o post da maneira adequada
 Eis aqui o que eu acredito ser o principal motivo pelo qual seu post não faz sucesso, a divulgação. Este foi sempre o meu maior problema, pois eu nunca tive grandes quantidades de seguidores nas redes sociais e muito menos pessoas que pudessem me ajudar com estas divulgações. Entretanto, com o passar o tempo eu aprendi que ninguém precisa ter um milhão de seguidores nas redes sociais para divulgar um post  e garantir que ele faça sucesso, na verdade a única coisa que a gente precisa é de dedicação e estratégia. 

 Antes de qualquer coisa, precisamos levar em consideração que é de extrema importância que você esteja presente em todas as redes sociais, ou então pelo menos naquelas onde seu público ideal é mais ativo. Logo, é importante também que você não utilize estas redes sociais somente para divulgar suas postagens, mas também para interagir com todos, trocas experiências, conhecer outros blogueiros, etc. As redes sociais hoje são uma importante ferramente de Networking, onde você pode estabelecer contato com pessoas importantes do seu nicho e quem sabe conseguir ajuda para fazer com que o seu blog cresça. 

 Além disto, outra coisa que hoje eu considero muito importante é investir em publicidade. Porém, o que acontece na maioria das vezes é que o blogueiro não sabe investir na publicidade adequada, e ai acaba perdendo seu dinheiro, pois não recebe o retorno esperado. Portanto, é muito importante saber investir em publicidade nas redes sociais certas, e também saber quais posts merecem este investimento. Para saber isto, basta pensar em uma coisa: este conteúdo tem a capacidade de auxiliar efetivamente alguém? Se a resposta for sim, vale a pena pesquisar em métodos de publicidade para ele; mas se a resposta for não, acredito que não valha tanto a pena. Como exemplo disto pensem neste post. Ele tem a capacidade de auxiliar efetivamente alguém? Sim, ele pode ser muito útil para diversos blogueiros. Agora se a gente pegar como exemplo um dos meus textos de reflexões, ele tem capacidade de auxiliar efetivamente alguém? Não (pelo menos não é nada garantido), então não vale a pena investir em publicidade para que ele faça sucesso.

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 Bom, acredito que agora seja o momento para você repensar a forma como está escrevendo seus posts e se perguntar se tudo isto que eu citei faz sentido para a sua vivência como blogueiro. Se fizer, está na hora de tomar alguma atitude para que as coisas mudem e os seus posts passem a finalmente fazerem sucesso, afinal de conta, se produzimos conteúdo na internet é porque queremos que alguém o leia. 

 Em caso de qualquer dúvida ou se precisar de ajuda para rever algumas coisas, me procure nas redes sociais que eu ficarei imensamente feliz em ajudá-lo. Acredito em você
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Por que eu decidi me tornar vegetariano?

3.1.18
 Agora não tem mais volta. Substituímos o antigo calendário pelo novo e junto a ele atualizamos nossas metas para este ano que acaba de chegar e que tem tudo para nos render ótimo frutos. Essa é a hora em que começamos a anotar tudo aquilo que queremos fazer e conquistar em nossos caderninhos, depositando neles muitos sonhos e esperança

 Sabe que por muitos anos eu nunca senti a necessidade de estabelecer metas? Eu só comecei a adotar este costume a partir de 2015, quando eu prometi que em 2016 iria parar de comer as unhas, algo que na época me incomodava bastante e que hoje já não é mais um problema, afinal de contas, eu cumpri a meta que estabeleci. Em 2016 a principal meta que eu estabeleci  foi o mais difícil desafio pelo qual já passei: em 2017 eu seria pela primeira vez a pessoa que eu queria ser. E sabe de uma coisa? Essa meta eu também cumpri, e hoje não poderia estar mais satisfeito com a pessoa que eu me tornei. Entretanto, agora estamos em um novo ano, e é claro que com isto minhas metas se atualizaram, sendo a principal delas me tornar vegetariano.

 Eu venho cogitando a possibilidade de adotar este estilo de vida desde o início do último semestre de 2017, e em outubro eu decidi tomar a primeira ação quanto a isto, que foi parar de comer qualquer tipo de carne vermelha. Sendo assim, de outubro até dezembro o único tipo de carne que eu consumia era a carne branca, de peixes e frangos. Porém, conforme o ano foi se despedindo, eu fui me convencendo de que neste ano de 2018 eu iria parar definitivamente de consumir qualquer tipo de carne, e estabeleci de vez a grande meta: a partir de 23:59  do dia 31/12/2017 eu me tornaria uma pessoa vegetariana.

 Bom, pensando que hoje é dia 03/01/2018, ainda não tenho como escrever um post sobre como está sendo minha experiência neste processo, afinal de contas, ele acabou de iniciar. Entretanto, eu gostaria de compartilhar com vocês as razões que me levaram a adotar este estilo de vida, que vai muito além daquilo que todos acham que é o único motivo, o famigerado amor aos animais.
Fotografia por Alex Tim
  Posso dizer que eu sempre simpatizei bastante com o estilo de vida vegetariano, e recentemente conheci inúmeras pessoas veganas que só me fizeram simpatizar ainda mais com esta causa, portanto, não foi uma mudança de pensamento que aconteceu instantaneamente. Entretanto, eu só passei a me aprofundar mais neste assunto quando assisti ao documentário Cowspiracy (disponível na Netflix) e me choquei com os dados alarmantes que ele mostra quanto aos péssimos impactos ambientais que a indústria pecuária causa. Caso você não saiba, a indústria pecuária é a responsável pela criação de gado e outros animais, que na maioria das vezes serão abatidos e dispostos em todos os supermercados e açougues como alimento, ou então em lojas de roupa como peças incrivelmente caras.

 Foi só depois que eu passei a ter conhecimento dessa enorme quantidade de informações )que não são divulgadas pelas grandes mídias) que eu decidi que estava na hora de me posicionar quanto a isto e tomar uma atitude. É por isto que eu digo que o que mais me influenciou para adotar este estilo de vida não foi o amor aos animais, mas sim a necessidade que eu sinto em não contribuir para este sistema. É claro que o amor aos animais também está envolvido, afinal de conta, são vidas inocentes que estão sendo descartadas para satisfazer os desejos humanos, mas o que realmente me deixou com um enorme peso na consciência foi saber que eu estava, ao comprar um pedaço de carne, contribuindo para que esta indústria continuasse trabalhando desta forma.

 E sabendo que agora estou adotando este estilo de vida, vocês já podem esperar por mais posts sobre o vegetarianismo aqui no blog, onde eu compartilharei de tempos em tempos como está sendo esta jornada para mim, e é claro, compartilhando dicas e informações para ajudar todos aqueles que assim como eu no ano passado, estão em cima do muro só precisando de um empurrãozinho para mergulhar de cabeça nesta aventura que só tem a trazer benefício para todos.

 Ah, e para aqueles que ficaram curiosos quanto às informações alarmantes que eu citei mas não têm paciência para assistir documentários, vou deixar aqui embaixo um vídeo bem bacana onde vocês podem assistir à Emanuelle Sales compartilhando um pouco desses dados e também de suas vivências como vegetariana.
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Quem você quer ser em 2018?

26.12.17
 Eis que então chega a época do ano quando as noites são iluminadas pelas casas cheias de pisca-piscas e esperança, quando as pessoas finalmente percebem que mais um ciclo está se encerrando e que é hora de se questionar como foram esses 365 dias. É aquele momento no ano em que a gente para e se autoavalia, se julga e principalmente, se perdoa. Se perdoa pelos erros cometidos, pelas palavras que não deveriam sequer ser pensadas, e também pelas promessas que não foram cumpridas.

 Essa sempre foi uma das minhas épocas favoritas do ano, não só pelos presentes, mas principalmente pela forma como as pessoas se tratam. Não tem nada mais lindo do que ver familiares que passaram o ano brigados trocando palavras de afeto e se perdoando de verdade. Não tem nada mais lindo do que ver as pessoas se abraçando e desejando boas energias aos próximos. Não tem nada mais lindo do que ver o amor que transborda dos corações daqueles que mais amamos.

 Sempre que eu penso em comemorações de fim de ano eu me recordo de um em específico, quando eu passei a virada do Ano Novo com a família da minha madrasta. Lembro-me  de que quando o relógio indicou 00:00 todos só conseguiam chorar pela perda que sofreram naquele ano. E eu? Bom, eu também chorei, chorei porque percebi que aquelas pessoas não veriam mais uma das pessoas mais importantes de suas vidas. E sabe qual o aprendizado que eu levo daquela experiência? Que as pessoas que amamos são mortais, e elas podem hora ou outra vir a fazer falta em nossas vidas. Então por que não aproveitar o ano inteiro e demonstrar tudo de bom que sentimos por elas, ao invés de somente nas duas últimas semanas de um ano?

 Mas confesso que este ano tudo está diferente. Eu estou diferente. O Gustavo que escreve este texto agora jamais imaginou que chegaria onde ele está. Jamais imaginou que se tornaria esta pessoa. E adivinha qual a pergunta que ele se fará até que o relógio do dia 31 indique 00:00? Quem eu quero ser em 2018?  2017 foi para mim um ano essencial. Foi o ano em que eu decidi que estava na hora de abrir um novo caderno e começar a escrever minha história do início, deixando para trás tudo aquilo que não me agregava e continua não agregando nenhum valor, seja ele qual for.

 Sendo assim o questionamento que eu deixo para todos vocês neste ano é: Quem você quer ser em 2018? Qual a história que você quer contar? Qual a marca que você quer deixar no mundo? 

 Tenham todo um ótimo Natal, e um próspero Ano Novo. Espero ver a nova versão de vocês por aqui no ano que vem!
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